Somente nos primeiros meses deste ano, a Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (SMTT) contabilizou 942 infrações pelo não uso do cinto de segurança nas vias da capital. Utilizar o dispositivo pode salvar vidas, evitando o arremesso de pessoas para fora do veículo, como também os riscos de lesões na cabeça, pescoço e coluna, no momento de um acidente.

Além de ser um item obrigatório de acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), o item garante proteção ao condutor e aos passageiros, sendo responsável por diminuir os danos causados com o impacto do veículo em acidentes.

O CTB distingue que não usar o dispositivo resulta em infração de natureza grave, penalidade com aplicação de multa no valor de R$ 195,23, perda de 5 pontos na CNH, e a medida administrativa é a retenção do veículo até a utilização do dispositivo da maneira correta.

“Estudos técnicos apontam que a utilização do cinto de segurança reduz em até 70% a chance de uma pessoa não ser vitimada numa situação que envolva acidentes, colisões e sinistros de trânsito. Essa utilização se faz importante para todos que estão dentro de um veículo em movimento, tanto para condutores quanto para os passageiros, para garantir que o trânsito seja cada vez mais seguro”, alertou o diretor de Operações de Mobilidade, Ricardo Duarte.

Uso correto

Para garantir o funcionamento preciso do equipamento, é necessário saber a maneira correta de utilizar o cinto. O primeiro passo é ajustar o banco do veículo, de maneira que a região dos ombros fique encostada no banco e a cabeça centralizada no encosto.

Em seguida, puxar a alça de maneira que a faixa superior passe e se fixe sobre o ombro e o tórax, e a faixa inferior esteja posicionada na região dos quadris. Por último, encaixar a fivela até sentir e ouvir o clique.

O que evitar?

  • Evite colocar o encosto do banco muito para trás;
  • Não utilize o cinto com a faixa torcida ou dobrada;
  • As faixas do cinto não devem estar fixadas em regiões, como pescoço e barriga;
  • Não utilize aparatos para aumentar a folga do cinto, como presilhas e pregadores;
  • Nunca passe a alça do cinto por baixo do braço.

*Com assessoria

Fonte: TV Gazeta

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